segunda-feira, outubro 20, 2008

Adeus, prazer em conhecer-te


Melhor do que ver Gellar dobrar colheres prateadas
Melhor do que testemunhar um nascimento em sangue
É ela que vê sorrisos de cima e canta
A perspectiva investiga teus olhos pesados e lhe dá asas
Eu não me tenho sentido como hoje
Há muito tempo, é dificil especificar
Começo a notar o quanto isso se parece,
Com um limbo ao amanhecer,
alfinetes e agulhas, prazer em conhecer-te.
Adeus, prazer em conhecer-te
Adeus, prazer em conhecer-te,
Mais profundo do que a profundidade que Costeau já atingiu
E mais alto que as alturas do que nós frequentemente pensamos conhecer
Abençoada seja ela, que vê claramente a madeira das árvores
Obter um olho de pássaro é como transformar um temporal numa brisa
Eu não me tenho sentido como hoje
Há muito tempo, é difícil de especificar
Começo a notar o quanto isso se parece
Com um limbo ao amanhecer,
alfinetes e agulhas, prazer em conhecer-te
Adeus, prazer em conhecer-te
Adeus, prazer em conhecer-te
Então...
É possível que tenhas estado lá o tempo todo?


Incubus

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