domingo, abril 27, 2008

É o momento

Fazes-me sentir vivo novamente,
Fazes-me maravilhoso se eu for sempre a mesmo e,
Penso que poderia cair em ti...
Posso beijar-te no momento que escolher e,
Fazes-me sentir mais do que eu sei
E se eu segurar-te, posso nunca mais deixar-te ir?
E se um dia te sentires sozinha
Bem, vou encontrar-te, segurar-te nos meu braços
E trazer-te para casa e...
E é o momento
Para te dizer que eu apenas nos vejo juntos,
E é o momento
Para te dizer que eu poderia segurar-te aqui para sempre,
E é o momento
Eu sei, tu sabes, sinto a tua falta, mas não consegues imaginar,
Como os dias não passam ...
E como as horas tardam ...
E eu quero sangrar para saber que posso ...
Querida, quero sangrar para saber que posso ...
E se alguma vez sentiste alguém fechar
A forma como te sinto, então deves saber que...
Basta a varinha de condão para resolver o teu coração.
Querida, e se fizesse sentido, não seria amor
E se não podemos fazê-lo, não pode ser feito,
Basta a varinha de condão para resolver o teu coração....
E é o momento
Para te dizer que eu apenas nos vejo juntos,
E é o momento
Para te dizer que eu poderia segurar-te aqui para sempre,
E é o momento
Eu sei, tu sabes, sinto a tua falta, mas não consegues imaginar,
Como os dias não passam ...
E como as horas tardam ...
E eu quero sangrar para saber que posso ...
Querida, quero sangrar para saber que posso ...
Querida, quero sangrar para saber que posso ...
Se fizesse sentido, não seria amor
E se não podemos fazê-lo, não pode ser feito,
Basta a varinha de condão para resolver o teu coração.
Querida, e se fizesse sentido, não seria amor
E se não podemos fazê-lo, não pode ser feito,
Basta a varinha de condão para resolver o teu coração.
Querida, querida querida Oh!
Quero sangrar para saber que posso...

Ana Free

Sem Medo

Qual é a definição do mundo
Tu fazes ou quebras a tua vida
A escolha não é minha
Acredita em mim
Planeias e jogas as cartas
Assim como é suposto ser
És tu próprio e mais ninguém, querida
Acredita em mim
Não é tempo para desistir
Quando não tens nada a temer
Por favor, não me dês razões do porquê de estares aqui
Não é nenhuma escolha porque não tens de tentar
E justificar o teu amor
Se ficares comigo então isso deveria ser suficiente
E eu não tenho nada mas perco energia
E eu escolhi
Qual é a tua estimativa do preço
Fazes ou quebras o teu tempo, a escolha não é minha
Acredita em mim
Calcular ou jogar o jogo
Assim como é suposto ser
Então preocupa-te com o que tu queres, querida
Acredita em mim
Não é tempo para desistir
Quando não tens nada a temer
Por favor, não me dês razões do porque de estares aqui
Não é nenhuma escolha porque não tens de tentar
E justificar o teu amor
Se ficares comigo então isso deveria ser suficiente
E eu não tenho nada mas perco energia
E eu escolhi
Eu escolhi
Não é sem objectivo porque
Não tens de tentar e justificar o teu amor
Se ficares comigo então isso deveria ser suficiente
E eu não tenho nada mas perco energia
Eu escolhi
E eu não tenho nada mas perco energia
Eu escolhi
Eu escolhi
Eu escolhi
Eu escolhi


Ana Free

terça-feira, abril 08, 2008

Os silêncios da fala

São tantos os silêncios da fala
De sede

De saliva
De suor
Silêncios de silex

no corpo do silêncio
Silêncios de vento

de mar
e de torpor
De amor
Depois, há as jarras

com rosas de silêncio
Os gemidos

nas camas
As ancas

O sabor
O silêncio que posto

em cima do silêncio
usurpa do silêncio
o seu magro labor.

Maria Tereza Horta

segunda-feira, abril 07, 2008

Apareces

As estrelas abrem-se quando vens,
invades... sem avisar
e... quando te sinto
o mundo frio palpita,
as sombras escondem-nos
e o encantamento acontece.
A magia do corpo, excita.
Desejos escondidos
abrem-se sem pudor
e o espírito da escuridão,
deixa de o ser.

João Pedro

terça-feira, abril 01, 2008

"O amor não tem príncipio nem fim porque quem vive no seu presente vive na eternidade. O rosto do amor ao olhar-nos prende-nos a si para sempre. Nunca mais esquecemos o seu olhar infiltrante, feiticeiro, a insinuar-se e a impor a sua presença para todo o sempre. Nunca mais esquecemos as feições do amor, o corpo em que encarna, o toque mágico que primeiro dá à luz o nosso próprio corpo e depois o ressuscita vezes sem conta de cada vez que o acaricia na noite da vida. O amor é um animal selvagemque chega ate nós e ocupa cada ponto do nosso corpo, mais, toda a nossa vida. O seu poder de contaminação é total. Basta um só olhar. O amor é esse conflito prmanente e completo: liberta e agarra, é doçura e amargura, refaz e desfaz, ressuscita e adormece, faz-nos sonhar e confronta-nos com a realidade pura e dura, dá à luz. Mas também tem o poder de nos matar."

Pedro Paixão